O preço do chamado

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Autor Esdras Ferreira

O preço do chamado

“Elias se assentou debaixo de um zimbro; e pediu para si a morte e disse: Basta! Não aguento mais!” (1Reis 19.4,9)

O profeta Elias foi um grande profeta e viveu grandes emoções e perigos: arrumou intriga com gente poderosa; experimentou o gosto amargo da solidão e da perseguição; fez desafios que poucos homens fizeram; dependeu da Fé em Deus nos momentos mais críticos, onde precisa, acima de tudo, ajuda do Senhor para permanecer vivo. Entretanto, depois de grande conquistas  e vitórias, Elias pediu carta de demissão, resignação do ministério: Eu não quero seguir adiante!” Deus concordou com Elias. Deus pediu para ungir um substituto, profeta Eliseu, para terminar a sua missão. Para Deus, aquilo que você é, é mais importante aquilo que você faz, isto é, Deus não queria perder Elias, queria Elias por inteiro: “Ele conhece a nossa estrutura e sabe que somos pó” (Sl 103.13-14). Deus não quer que ninguém viva uma sobrecarga ministerial. Mesmo porque, não esta aliada ao propósito de Deus. (Números 11.16)

Muitos têm em mente que ser um chamado por Deus para uma obra é estar cercado de privilégios, títulos e reconhecimento do trabalho, entretanto nada sabem a respeito das entrelinhas da vida de alguém chamado por Deus, o que não é visto nem manifestado no seu cotidiano, ou seja, o que acontece nos bastidores do seu ministério: “muitas vezes fiquei sem dormir, passei fome e sede; suportei frio e nudez. Além disso, enfrento diariamente uma pressão interior, a saber, a minha preocupação com todas as igrejas…”(2 Cor 11:27-28)  Na verdade, o ministério é um lugar de intensa pressão – e isso é inquestionável. Uma pesquisas feita nos EUA mostram que dois terço dos líderes cristãos não conseguem alcançar seu pleno potencial na carreira ministerial, com isso, apresentam quadros de frustração. Agora, um líder inexperiente pode gerar uma série de problemas de ordem psicossomática, como síndrome do pânico, e também, de ordem física, como arritmia cardíaca e gastrite.

Essa reflexão não é colocar medo em você, mas temor, isto é, uma decisão de convicção, saber o que esta fazendo. Não seguir pela empolgação, sentimento ou emoção, pois as circunstâncias podem deixar iludido e frustrado. Você quer mesmo ser discípulo de Cristo?

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