VALOR DA HUMILDADE

“Eu lhes asseguro que, se vocês não tornarem humildes como essas crianças, jamais entrarão no Reino dos céus…”  (Mateus 18.3)

INTRODUÇÃO: Ao lermos essa declaração de Jesus, percebemos a contradição entre a visão dos discípulos e a visão de Jesus. A visão dos discípulos era que Jesus subjugaria o governo Romano e reinaria sobre Israel. Os discípulos acreditavam que um dia receberia cargo de confiança em seu reino, por esse motivo queria saber qual dos discípulos ser seria maior. Entretanto, a resposta de Jesus foi usar o exemplo de uma criança para descrever quem seria maior em seu reino. O próprio Jesus tenta esclarecer aos discípulos que para ser grandes aos olhos de Deus é preciso ser humildade do coração, na simplicidade de viver, na pureza das ações, assim como podemos notar nas virtudes de uma criança. Esta é uma das virtudes que mais agrada a Deus.

A.    Nesse texto bíblico, Jesus usou uma criança como exemplo de humildade. A sua relação de dependência estabelece o seu vínculo com o Criador. É através desta pureza, inocência, confiança e simplicidade que Jesus está falando, sem a qual ninguém entrará no reino de Deus.

B.      Portanto, devemos ser como criança, para que Cristo venha de fato habitar em nós e tudo o que Ele exige é um coração puro, humilde, que confie n’Ele. Uma dependência do seu cuidado e de sua misericórdia. Assim como a Parábola do Fariseu e o Publicano, onde algumas pessoas que confiavam em si mesmas e se considera justas, e por isso desprezavam os outros.

C.    Entretanto, a oração do publicano era um desejo desesperador do perdão de Deus e uma demonstração da dependência da graça. Saiba que o arrependimento já é um ato de humildade. A maneira de se aproximar de Deus é um gesto de humilhação em sua presença, pois é através desse caminho de reconhecimento que somos dependentes que experimentamos o fluxo da graça: “Porque habito com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos e vivificar o coração dos contritos…” (Isaías 57.15)  

D.     É tempo de voltar os nossos olhos para Deus, considerando quem Ele é e que nada somos diante d‘Ele. Então examine o seu coração e veja se existe um sentimento de soberba, altivez, justiça própria ou autossuficiência. Se assim o fizermos seremos alcançados por essa bem-aventurança.

 

1.    A PARABOLA DO FARISEU E PUBLICANO 

“Porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado” (Lucas 18:14)

A Parábola do Fariseu e o Publicano é um dos mais belos ensinos sobre a humildade, pois retrata duas orações feitas por dois homens com dois resultados completamente diferentes. Os fariseus era um partido religioso que era radicalmente conservador. A fama de piedade fazia deles homens exclusivos, diferentes e especiais. Eles se orgulhavam por se acharem cumpridores da Lei e das tradições judaicas, na qual era comum que os fariseus irem ao templo para orar em lugares públicos. Eles buscavam lugares de destaque, talvez o mais próximo do santuário. Em sua oração, o fariseu mostrava para Deus o quanto ele era bom. Ele afirmava não ser um ladrão, um injusto, um adúltero e nem como um publicano.

A.      Em outras palavras, o fariseu estava dirigido ao seu próprio ego ao falar dos seus grandes feitos como jejuar duas vezes por semana e pagava seus dizimo de tudo que possuía. Por outro lado, os publicanos eram funcionários de Roma. Eles exerciam a função de cobrar tributos, impostos e taxas dos judeus. Os publicanos eram desprezados pelos judeus, especialmente pelos fariseus. O motivo disso é que eles eram considerados traidores e corruptos. Quando desejavam orar, eles procuravam a área externa do Templo.

B.      Ele reconhece seu estado de miséria em que se encontrava, e bateu contra o peito e clamando a Deus por misericórdia. O peso da vergonha fez com que nem mesmo olhasse para o céu, pois o único pedido do publicano era ser perdoado por Deus. Jesus então declarou que foi o publicano, e não o fariseu, que voltou para a casa justificado. A oração do publicano expressa uma clareza que aquilo que conquistamos pertence a Deus e é atribuída à sua misericórdia e graça. As palavras do publicano foram as mesmas do salmista Davi quando disse: “Tem misericórdia de mim, ó Deus, por teu amor; por tua grande compaixão apaga as minhas transgressões…” (Salmos 51.1)  

CONCLUSÃO

A Parábola do Fariseu e o Publicano nos convida a fazer um autoexame das nossas vidas. Devemos olhar as motivações do coração e avaliar nossa conduta diante de Deus, afinal, Deus anseia que todos tenham acesso a sua presença.

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